O medo é um perfume tão forte e demente,
deixa marcas para toda a vida.
Facilmente não sei separar o passado do presente,
e, o meu coração vai sempre reclamar a sua ida.
É constante,
inevitável e doloroso o cerco que se forma;
é o dilaceramento de um coração, a criação eminente de saltitante
de uma sensação permanente e perdida da toma.
O sentimento, a impressão e a sensibilidade concebida,
foca o realce de um anseio desconhecido,
de uma leitura sintetizada de pensamentos e da minha vida.
Porém, a conclusão é pouca e o pavor não é perdido.
O imperturbável medo, só ele o poderá destruir,
se quiseres... podia ser agora, e agora mesmo, e, imediatamente;
mas, a busca perdeu-se na espera e o regresso tende a não fugir
e a bolha de ar à volta, de indolência é extraviada e rigorosa na mente.