Lá trás



O post anterior foi um tanto controverso.
A verdade é que sim, não devemos ser cegos em relação ao que se passa no amor e na nossa relação, mas sim, perdoamos na quantidade que amamos, na loquacidade de cada loucura do sentimento. Se fores a ver já perdoaste coisas que nunca pensaste ser possível e mínimos detalhes não perdoaste. E depois mesmo que não perdoes, fazes por esquecer, quem quer viver o passado? Viver na sombra daqueles que nos magoaram? Nos trocaram as voltas e amarrotaram o nosso coração? Mas, por mais partes de ti que não queiram, continua a permanecer, embora que de forma inquebrável  uma sensação de que a tua vida é ao lado desse alguém, sem quê nem porquê. É possível na quantidade que amares, é provável que faça parte de um esquecimento continuo e que te deixes de questionar sobre isso. Mas por mais que queiras amar essa pessoa, o coração atolou se de dividas e dúvidas. Mas com o tempo, sim, o esquecimento que não querias, instalou-se e pode ser uma forma de perdão. Que nunca, jamais, fizeste questão de prenunciar. Pensa nisso!

Confuso? Digam de vossa justiça.

6 comentários:

B! disse...

Concordo plenamente Lú. A questão de perdoar em forma de esquecimento, é mesmo verdade. O amor e tudo o que advém dele é muito complicado de explicar...

patrícia disse...

Percebo! Eu perdoei coisas que julguei impossíveis mesmo! :o
Ahahah, já te conto :)

Agostinho Barros disse...

amor que é amor supera tudo, gostei do post :D

C. disse...

Eu tenho muita dificuldade em perdoar, não sei se é defeito ou feitio...

patrícia disse...

Duvido mesmo muitooo. Acho que não vale mesmo a pena :s

patrícia disse...

Logo se vê :D